SINOPSE
Analisar as interações entre os desafios do novo paradigma ecológico e as questões da “viragem decolonial” é o foco central desta obra. Composta por seis capítulos, a narrativa explora a ecoteologia, enfatizando a conexão entre as lutas sociais e a crise ambiental, resultante de um sistema que prioriza o poder do mercado e da tecnociência. A reflexão proposta busca um novo paradigma ecológico, que, embora ainda em desenvolvimento, apresenta valores promissores como complexidade, cuidado e sustentabilidade.
A obra convida o leitor a reconhecer que problemas complexos exigem práticas e saberes integrados. Através de um novo olhar, as relações emergentes deste paradigma visam promover uma transformação significativa, ressaltando a importância da reciprocidade entre as vozes dos marginalizados e a Terra. O convite é para uma conscientização que transcende a superficialidade, buscando um futuro mais justo e sustentável.