SINOPSE
Um jovem dependente químico enfrenta o risco de se envolver no tráfico de drogas, exposto a um ambiente promíscuo que potencializa sua vulnerabilidade. A narrativa revela a complexidade da situação, onde a dependência pode levar a condutas que, embora socialmente reprováveis, são frequentemente induzidas por circunstâncias externas e pela pressão do meio.
O texto provoca reflexões sobre a criminalização do usuário, destacando a necessidade de uma abordagem mais humana e compreensiva. A discussão sobre a incapacidade do dependente químico em tomar decisões racionais é central, revelando a urgência de uma mudança na percepção social e jurídica sobre o tema.
