SINOPSE
Num cenário onde a legislação frequentemente não acompanha as mudanças sociais, surge uma questão crucial: e quando o pai assume o papel de cuidador desde o início? A discussão sobre o direito ao salário-maternidade para pais solteiros em famílias monoparentais, especialmente aquelas formadas por gestação por substituição, é um dos temas mais relevantes da atualidade.
Com base em pesquisa jurídica e reflexões sobre dignidade e igualdade, a narrativa desafia o sistema legal e evidencia a lentidão da proteção social frente às novas configurações familiares. A Constituição assegura direitos a todos, mas por que alguns pais continuam excluídos?