SINOPSE
A morte é uma parte intrínseca da experiência humana, e a literatura infantil brasileira contemporânea oferece uma reflexão profunda sobre como esse tema é abordado. Questões sobre a capacidade das crianças de lidar com o sofrimento e a fragilidade da concepção “infantilizada” são exploradas, desafiando a ideia de que elas devem ser poupadas do contato com a morte, que é parte da vida.
Além de desconstruir visões utilitaristas da literatura, a análise destaca sua importância nas ciências humanas e sociais, promovendo o desenvolvimento do pensamento crítico e ético. As narrativas não apenas refletem a condição humana, mas também têm o poder de ressignificar experiências e abrir novos caminhos para a compreensão cultural e social.
