SINOPSE
Uma análise profunda do princípio da duração razoável do processo revela a intersecção entre tempo e justiça, fundamentada na perspectiva kairológica de Giacomo Marramao. A pesquisa examina como esse princípio, consagrado na Constituição Federal e na Convenção Americana de Direitos Humanos, é frequentemente mal interpretado, levando a uma deturpação da duração processual.
A instrumentalização do processo, visando a agilidade em alcançar objetivos metajurídicos, contribui para essa confusão. A reflexão proposta busca esclarecer esses conceitos e suas implicações no sistema jurídico contemporâneo.
