SINOPSE
Com a proximidade do Bicentenário de Independência do Brasil, o país enfrenta um momento crucial. Reflexões sobre o retrocesso político e cultural se entrelaçam com a necessidade de expressar inquietações. Uma alegoria histórica emerge, onde um tribunal é instaurado em um galinheiro, permitindo que Rui Barbosa discorra sobre a data enquanto julga um ladrão de galinhas. Essa narrativa é apenas o início de uma análise mais profunda sobre a cultura e os erros do passado.
Em sequência, uma nova perspectiva sobre o Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 se revela, conectando eventos históricos com questões contemporâneas. A crítica de Monteiro Lobato à arte modernista provoca uma reflexão irônica sobre a evolução cultural do Brasil. Assim, duas histórias se entrelaçam, oferecendo novos olhares sobre a independência e os desafios que ainda persistem.
