SINOPSE
Críticas contundentes ao modelo proibicionista de combate às drogas têm surgido de diversos setores, revelando um consenso sobre seu fracasso. Apesar dos altos custos, a abordagem não conseguiu reduzir a oferta de substâncias ilícitas e, paradoxalmente, aumentou os riscos para os usuários devido à clandestinidade. A hegemonia do modelo punitivo tem sido desafiada por alternativas mais eficazes, como as estratégias de redução de danos, que buscam minimizar os impactos negativos do uso de drogas.
A análise das políticas de redução de danos no contexto das Ciências Criminais revela novas perspectivas para a abordagem do tema. Investigando programas e ações de saúde, é possível identificar os efeitos dessa nova abordagem na criminalidade relacionada ao uso e comércio de substâncias ilícitas, oferecendo uma visão mais ampla e humana sobre a questão das drogas.
