SINOPSE
Poemas que exploram a rica paisagem acreana, transitando entre o seringal e a cidade, revelam um profundo amor pela natureza e pela liberdade. Nostalgia da infância se entrelaça com sentimentos complexos, como angústia e revolta, que se manifestam em versos intensos. Cada estrofe convida à reflexão sobre as prisões emocionais que podem ser tão opressivas quanto os muros de cimento.
Entre essas construções, flores-do-campo surgem como símbolos de esperança e resiliência. A jornada poética oferece um convite para acolher as memórias e permitir que os ventos da vida balancem os galhos da árvore, levando o leitor a um espaço de leveza e descoberta.