SINOPSE
O crescimento das grandes redes de supermercados levanta questões cruciais sobre seu impacto na sociedade e na economia. A concentração de poder nas mãos de poucos, como Carrefour e Pão de Açúcar, gera consequências diretas para consumidores, fornecedores e trabalhadores. A investigação revela como essas corporações moldam o varejo alimentar brasileiro, explorando relações de trabalho e impondo condições desfavoráveis a pequenos agricultores.
Além disso, a análise crítica expõe a inação do Estado frente a práticas que favorecem o gigantismo do setor. O sofrimento de trabalhadores e a exclusão de diversidade no consumo são reflexões necessárias para entender o papel dos supermercados em nossa realidade. Um convite a olhar além das prateleiras.