SINOPSE
Uma análise instigante revela o diálogo entre Direito e Literatura, desafiando a rigidez dogmática do campo jurídico. Através de elementos da obra de Jorge Amado e da trajetória da personagem central, estabelece-se uma conexão entre o desejo e o conceito de sujeito de direito, explorando a subjetividade que permeia essas categorias.
Além disso, são examinadas as implicações históricas das práticas discursivas relacionadas ao sujeito e ao desejo, sob uma perspectiva de gênero, trazendo à tona as interpretações que refletem a realidade vivida por Dona Flor.
