SINOPSE
Doenças que afetaram índios e europeus nos primeiros séculos do Brasil revelam um encontro fascinante entre culturas. Nativos enfrentavam males desconhecidos, como gripe e sarampo, desenvolvendo métodos de cura que refletiam suas crenças e práticas. A pesquisa destaca a similaridade nas concepções de doença entre os dois povos, que viam a enfermidade como uma invasora a ser expelida do corpo.
Combinando cerimônias e substâncias, as medicinas indígena e europeia se uniram, resultando em uma rica tradição de medicina popular. Este estudo é essencial para compreender as raízes da saúde no Brasil.
