SINOPSE
Diagnosticada com câncer nos anos 70, uma intelectual influente mergulhou no estudo das doenças e suas metáforas na cultura. Essa reflexão resultou em um ensaio que se tornou célebre, abordando a relação entre a doença e a linguagem que a envolve. Uma década depois, diante do crescimento da AIDS, as metáforas associadas a essa síndrome levaram a autora a aprofundar sua análise sobre o imaginário em torno das enfermidades.
Os textos, interligados, buscam dissipar a névoa de irracionalismo que envolve a compreensão das doenças, almejando libertar as vítimas do peso de uma culpa injustificável.
