SINOPSE
Três capítulos exploram a intersecção entre direito e memória na América Latina, começando com uma análise da racionalidade proposta por pensadores como Welsch e Luhmann. A discussão avança para a teoria da interconstitucionalidade, refletindo sobre a experiência europeia e o paradigma de rede, culminando na análise das relações transconstitucionais entre diferentes ordens jurídicas.
O foco se volta, então, para o sistema interamericano de direitos humanos, abordando a jurisprudência sobre leis de anistia e o direito à memória. A obra propõe uma reflexão crítica sobre as violações de normas e suas implicações em contextos históricos e sociais, especialmente em tempos de crise.
