SINOPSE
Seis entrevistas realizadas entre 1991 e 2011 exploram um diálogo profundo sobre a psicanálise, abordando suas crises e desafios. Questões sobre a extensão do campo clínico, os aportes de teóricos como Lacan e Winnicott, e a articulação entre o intrapsíquico e o intersubjetivo são discutidas, revelando a complexidade do pensamento clínico contemporâneo.
A relação entre afeto e teoria da representação é analisada, iluminando os fracassos da simbolização. A busca por um novo modelo teórico e clínico que responda às demandas atuais da psicanálise é o foco central dessas reflexões instigantes.