SINOPSE
A religiosidade afro-brasileira é explorada através da transição do culto doméstico, que evolui dos calundus coloniais para os primeiros terreiros de candomblé, reconhecidos como organizações político-social-religiosas. A análise revela a intensa perseguição enfrentada por essas manifestações, além de trazer à luz figuras frequentemente negligenciadas pela historiografia.
Aspectos políticos, culturais e identitários emergem como elementos cruciais para a formação e compreensão da história e cultura do Brasil, oferecendo uma nova perspectiva sobre a resistência e a riqueza das tradições afro-brasileiras.