SINOPSE
O silêncio imposto às vozes negras perpetua a normalização do terror racial, onde o extermínio é apresentado como uma necessidade inquestionável. Essa dinâmica revela um consenso que se torna um obstáculo para questionamentos significativos sobre a realidade enfrentada por essas comunidades.
A análise crítica da legislação penal e da política criminal evidencia como o racismo estrutural se entrelaça com as práticas sociais, desafiando a sociedade a refletir sobre a urgência de uma mudança. A obra convida à reflexão sobre a luta por justiça e igualdade.
