SINOPSE
Quando a aparência se torna um critério decisivo nas relações de trabalho, preconceitos e estereótipos ganham destaque, desafiando a igualdade fundamental. A análise da discriminação estética revela como conceitos de beleza e feiura são moldados por perspectivas filosóficas, sociológicas e jurídicas, abordando questões de dignidade e direitos da personalidade no ambiente laboral.
A pesquisa investiga os impactos dessa discriminação em rescisões contratuais e indenizações, propondo uma reflexão sobre a antidiscriminação estética como um direito fundamental. Uma leitura essencial para aqueles que defendem um espaço de trabalho igualitário e respeitoso, independente da aparência.