SINOPSE
Questões sobre a apreensão científica da discriminação e os desafios envolvidos são abordadas de maneira profunda. Estratégias metodológicas são apresentadas para identificar e medir a discriminação, destacando ferramentas disponíveis e suas limitações.
A influência negativa de processos discriminatórios nas relações entre profissionais de saúde e pacientes é discutida, incluindo a prescrição de tratamentos e a satisfação dos usuários. A análise histórica do tema, desde a década de 1920 até os dias atuais, revela peculiaridades do contexto brasileiro e situações em que injustiças são vistas como normais.
