SINOPSE
O psicopata enfrenta uma ambiguidade no sistema jurídico brasileiro, sendo classificado ora como doente mental, ora como alguém com sanidade plena. A análise proposta busca esclarecer que indivíduos diagnosticados com psicopatia não se encaixam em nenhuma dessas categorias, promovendo uma reflexão necessária sobre o tema.
Por meio de uma abordagem objetiva, o texto convida o leitor a explorar a complexidade da psicopatia, revelando que esses indivíduos estão mais presentes em nossa sociedade do que se imagina. Uma discussão que merece ser aprofundada e nunca esquecida.
