SINOPSE
A construção do direito homoafetivo para constituir família é analisada através das discussões nos Poderes Judiciário e Legislativo. Importantes marcos jurídicos são revisitados, destacando como duas pessoas do mesmo sexo conquistaram o direito à união estável e ao casamento no Brasil. A pesquisa se divide em duas partes: a primeira foca no papel do Judiciário, especialmente no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça, enquanto a segunda examina as propostas e discursos no Legislativo.
O leitor encontrará as divergências internas e externas que moldaram esse direito, além dos conceitos de família adotados por cada Poder. As justificativas para as atuações de ambos os órgãos revelam uma construção jurídica complexa e dinâmica, refletindo as mudanças sociais e normativas ao longo do tempo.




