SINOPSE
Uma análise profunda da relação entre o Direito e as religiosidades afro-brasileiras no século XIX revela a intolerância enfrentada por essas manifestações. A pesquisa mapeia significados de termos como “batuques” e “candomblés”, convidando o leitor a explorar relatos de objetos de culto e notícias da época. Protagonistas como Juca Rosa e Rainha Mandinga são apresentados, traçando um panorama das práticas religiosas e dos acordos que garantiram sua sobrevivência.
O estudo também aborda a fragilidade desses acordos e as razões que culminaram no aumento da perseguição a essas religiões no final do século XIX, oferecendo uma reflexão sobre a resistência cultural e religiosa ao longo do tempo.