SINOPSE
Instrumentos de participação popular são analisados em sua relação com a superação legislativa e o fortalecimento da democracia. O fenômeno da ciberdemocracia é discutido, assim como a influência de movimentos sociais pró-autocráticos no Brasil e a resiliência da democracia frente a esses desafios. A perspectiva neurocientífica é apresentada para avaliar a honestidade e a coerência de indivíduos em contextos democráticos.
A Defensoria Pública é destacada como uma garantia fundamental, com comparações entre Brasil e Colômbia. A descentralização política é proposta como solução para a crise das agências, enquanto a dicotomia entre pluralismo e intolerância nas redes sociais é explorada, abordando a disseminação de fake news. A regulação da saúde e a defesa dos direitos humanos também são temas centrais, culminando em uma análise que reafirma a viabilidade de uma democracia funcional.
