SINOPSE
A relação entre direito e linguagem é explorada através de um modelo teórico que destaca a narratividade como um elemento essencial para a compreensão humana. A proposta de semionarrativização da prática jurídica desafia o juspositivismo normativo, sugerindo que a subsunção normativa é composta por premissas elaboradas narrativamente, ressaltando a importância da coerência narrativa para a inteligibilidade de fatos e normas.
Uma pesquisa abrangente investiga o papel da narratividade em diversas áreas, como psicologia, linguística e direito, abordando tanto a história contada pela legislação quanto a elaboração das leis e o processo de julgamento.