SINOPSE
A natureza jurídica de um sistema de inteligência artificial se configura como um agente instrumental sociotecnológico, moldando a realidade ao absorver e redefinir práticas sociais. Entretanto, existe um abismo informacional entre essas tecnologias e as pessoas que elas impactam, gerando uma desconexão significativa.
Uma das consequências mais graves desse vazio comunicacional é a produção de injustiças resultantes das decisões automatizadas. Esse fenômeno é conhecido como discriminação algorítmica, levantando questões importantes sobre a ética e a responsabilidade no uso dessas ferramentas tecnológicas.