SINOPSE
A fragmentação da sociedade da informação revela um cenário onde bens virtuais e imateriais são utilizados indiscriminadamente, alimentando um capitalismo de vigilância que transforma experiências humanas em dados comportamentais. Embora alguns desses dados melhorem produtos e serviços, muitos são explorados para criar previsões sobre o comportamento humano, gerando novos mercados focados em comportamentos futuros e enriquecendo empresas dispostas a investir nessa dinâmica.
A proteção dos direitos fundamentais se torna essencial para equilibrar as relações entre consumidores e fornecedores. A internet, ao multiplicar situações que geram responsabilidade civil, também expõe a vulnerabilidade dos consumidores, exigindo uma reflexão profunda sobre as implicações legais e éticas no uso de tecnologias de comunicação.