SINOPSE
Os contornos do direito ao esquecimento têm sido moldados por debates na doutrina e na jurisprudência, tanto no Brasil quanto no exterior. A internet, com sua capacidade de registrar informações de forma quase ilimitada, transformou a dinâmica do esquecimento humano, que antes era a norma. Eventos cotidianos agora podem ser eternizados, gerando polêmicas acentuadas pela criação de legislações como o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.
Com uma abordagem técnica e prática, a obra explora a efetividade do direito ao esquecimento no Brasil. São discutidos aspectos processuais e os desafios impostos pela arquitetura da internet, oferecendo uma visão abrangente sobre os limites e efeitos desse direito na era digital.