SINOPSE
Uma reflexão profunda sobre a filosofia da diferença, esta obra examina a distinção entre um pensamento que se baseia na representação e outro que abraça a pluralidade e a ontologia. Inspirada por Nietzsche, a narrativa propõe um espaço de pensamento “sem imagem”, onde a diferença não se subordina à identidade, e a repetição não é mecânica.
Com um rigoroso procedimento, a obra conecta filósofos, cientistas, escritores e artistas que adotam um estilo de pensar “intempestivo”. Aqui, a repetição serve como um meio para afirmar a diferença, em vez de buscar a identidade.
