SINOPSE
O sequestro e a escravização de milhões de africanos entre os séculos XVI e XIX moldaram as sociedades do Caribe, Brasil e Estados Unidos, gerando uma diáspora negra com profundas consequências sociais e culturais. Apesar das injúrias raciais, as comunidades negras desenvolveram uma resistência cultural que conecta suas origens africanas às novas realidades no continente, formando laços interatlânticos significativos.
Evocar a diáspora é afirmar uma identidade que ultrapassa fronteiras nacionais, refletindo uma consciência coletiva que, embora associada à experiência judaica, tem sido adotada por outros povos. A análise das interações entre Brasil e EUA nas primeiras décadas do século XX revela a influência de intelectuais e artistas que redefiniram paradigmas culturais e sociais, moldando as Diásporas Imaginadas.
