SINOPSE
Durante o surto de Gripe Espanhola em 1918, São Paulo enfrentou uma transformação drástica em suas estruturas sociais, políticas e econômicas. Com milhares de novos casos diários, o comércio e os locais de lazer fecharam, enquanto as escolas suspenderam as aulas e os hospitais improvisados lutavam contra a falta de médicos. O clima de medo permeava a cidade, com boatos sobre prevenções e a letalidade do vírus sendo subestimada.
Com o aumento das mortes, a realidade se tornou insustentável, levando a um colapso na rotina urbana. Após semanas de sofrimento, a cidade começou a se recuperar, reabrindo comércios e retomando atividades esportivas. Apesar do fim do estado epidêmico, os números de infectados e mortos revelam a gravidade da epidemia, que impactou profundamente a história da metrópole.