SINOPSE
O diário de escritor emerge como um subgênero singular, enraizado no diário de viagem e não no íntimo. A conexão entre essa forma de escrita e a literatura moderna revela a construção da figura do “escritor”, explorando suas nuances e desafios.
Por meio das experiências de autores como Lewis Carroll, Lima Barreto, Katherine Mansfield, Thomas Mann e Charles Baudelaire, é possível desvendar o que se pode considerar “o romance da literatura”, oferecendo uma nova perspectiva sobre a criação literária e suas implicações.
