SINOPSE
Uma análise profunda revela como líderes autoritários têm utilizado a religião para mobilizar suas bases e minar estruturas democráticas. Através de um diálogo entre um historiador e um teólogo, são discutidos temas como a “pedagogia do ódio” e a construção de uma linguagem baseada no medo, que ressignifica conceitos de liberdade e direitos humanos em benefício de uma elite específica.
Além de diagnosticar a ação da extrema direita, a obra propõe um resgate do letramento democrático e antifascista. A defesa do diálogo e da religiosidade como ferramentas essenciais para enfrentar o autoritarismo é central, apontando para a necessidade de novas utopias e esperanças cotidianas.