SINOPSE
Na interface entre linguística e filosofia, um método dialético é explorado, inspirado nas críticas à dialética idealista. A linguagem emerge como o objeto central, enquanto o signo linguístico se torna crucial na relação entre sujeito e objeto, promovendo a unificação proposta pela filosofia dialética.
A contradição do signo é analisada como um reflexo da interação humana com o mundo material e suas representações ideais. A proposta instiga um debate provocativo entre materialismo e idealismo, desafiando conceitos estabelecidos e convidando à reflexão crítica.