SINOPSE
Reflexões profundas emergem sobre a utilização do nome divino ao longo da história, revelando um deus moldado por interesses humanos. A manipulação da fé, em vez de proporcionar libertação, tem servido como ferramenta de controle, levando à opressão física, psicológica e espiritual de muitos. Desde os primórdios, a religião buscou explicar o inexplicável, mas essa busca sincera frequentemente se transforma em um sistema de dominação.
Quando a noção de um Criador absoluto se infiltra nas esferas política, econômica e social, surge um dilema: a liberdade do ser humano é sacrificada em prol de uma submissão a autoridades que se apresentam como representantes divinos. Essa dinâmica gera uma crítica necessária sobre o papel das instituições religiosas na vida contemporânea.