SINOPSE
Belas estranhezas do cotidiano se entrelaçam em crônicas que revelam a relação entre o flâneur e o investigador. Elementos como uma família de urubus em um prédio e um bebê chinês solitário na calçada trazem à tona a poesia escondida nas pequenas coisas. A narrativa se distancia da tendência de opiniões na imprensa, focando na observação sensível do ambiente urbano.
Inspirado pelas ruas de Curitiba, o autor transforma detalhes aparentemente simples em mistérios cativantes. A leveza e o encanto permeiam cada crônica, convidando o leitor a descobrir a beleza do cotidiano.