SINOPSE
A superproteção frequentemente impede que pessoas com deficiência desenvolvam habilidades essenciais para a vida. O medo dos pais em relação a possíveis perigos pode resultar em um amadurecimento tardio, limitando a autonomia e a confiança. A insegurança em pedir ajuda é um reflexo desse cuidado excessivo, que pode gerar um sentimento de culpa. A convivência com pessoas que incentivam a autoconfiança é fundamental para superar essas barreiras.
Experiências vividas, que vão desde desafios dramáticos até momentos de humor, revelam a importância do apoio e da compreensão. O objetivo é inspirar tanto deficientes quanto seus familiares a reconhecerem o potencial existente, promovendo uma luta constante por inclusão e valorização na sociedade.
