SINOPSE
A dinâmica do Poder Judiciário brasileiro enfrenta críticas constantes, como a lentidão e a ineficiência na resolução de conflitos. Apesar disso, a resposta imediata a um desentendimento é frequentemente “Vou te processar!”. É necessário questionar se essa visão pode ser transformada, permitindo que as pessoas resolvam seus próprios conflitos sem depender do sistema judicial. Essa mudança poderia oferecer maior liberdade e autonomia ao cidadão, desafiando a elite que se beneficia do status quo.
Os gastos do Judiciário em 2019 superaram 100 bilhões de reais, enquanto o tempo médio para a resolução de um processo é de nove anos. Com cerca de 30 milhões de novos processos iniciados anualmente, a situação só se agrava. As estatísticas indicam que o sistema atual é ineficaz. A proposta é refletir sobre a necessidade de abandonar a idolatria ao processo judicial e explorar alternativas mais humanas para a resolução de conflitos.
