SINOPSE
A Filosofia da Imaginação Natural busca revitalizar a filosofia, que se encontra em um estado de decadência devido a ideologias que emergiram após a guerra. O irracionalismo e o antropocentrismo, entre outros, fragmentaram o discurso filosófico, afastando-o de suas raízes ontológicas. Em resposta, essa filosofia propõe um deslocamento do sujeito para o in-maginário, onde o imaginário é visto como a estrutura fundamental da realidade, transcendente à dicotomia entre o real e o fictício.
Essa abordagem redefine a compreensão do sujeito, que, segundo a tradição, confunde ser e realidade com ficção. Ao desafiar essa concepção, abre-se um novo campo de pensamento: o in-maginário, que existe além de categorias como gramática, idioma, tempo e espaço. Essa perspectiva inovadora transforma a maneira como se entende a existência e a relação entre o ser e o inexistente.