SINOPSE
Em 1907, um desafio à ortodoxia da psicanálise surge quando um pai critica a aplicação insensível da teoria, que desvaloriza tanto a arte quanto a ciência. Essa crítica destaca a necessidade de um entendimento mais profundo da complexidade da mente humana, enfatizando a importância do tato e do respeito na análise. A proposta de integrar ética e estética na prática analítica abre novas perspectivas sobre a psicopatologia.
A estética do encontro revela como o sujeito se expressa em sua criação, onde o “fazer obra” vai além de uma simples narcose. Essa abordagem permite uma relação mais suportável com o mundo, mesmo que momentaneamente.