SINOPSE
Reflexões sobre o ensino jurídico revelam a predominância de perspectivas eurocêntricas, que perpetuam as heranças das colonizações. A urgência de descolonizar o conhecimento se torna evidente ao questionar a hegemonia que silencia as vozes de minorias marginalizadas. As teorias pós-coloniais e decoloniais propõem um olhar crítico que busca valorizar saberes e vivências historicamente apagados.
O diálogo com o feminismo negro interseccional traz abordagens inovadoras que visam transformar a educação em direitos humanos. Essa proposta teórica convida a escutar ativamente as experiências de quem foi emudecido, promovendo uma mudança significativa no ensino jurídico.