SINOPSE
Analisando a descentralização e a municipalização dos serviços de saúde no Brasil, o estudo explora os desafios enfrentados na implementação e desenvolvimento dessas práticas. A pesquisa revela a luta histórica por autonomia municipal, destacando como as oscilações entre centralização e descentralização impactam a administração pública ao longo do tempo.
A partir da Nova República e da Constituição de 1988, a autonomia municipal se fortaleceu, embora a centralização ainda possa prevalecer em algumas circunstâncias. A participação comunitária e a priorização da profilaxia são fundamentais para evitar o uniformismo nas políticas públicas, permitindo uma gestão mais eficaz dos serviços de saúde.




