SINOPSE
A intersecção entre música e poesia oferece um campo fértil para análises e interpretações, especialmente no contexto da MPB. A cantora Maria Bethânia se destaca por integrar falas e declamações poéticas em suas apresentações, criando uma assinatura artística única desde seu início no Teatro de Arena, em 1965. Essa fusão resulta em uma forma híbrida, que é explorada de maneira inovadora ao longo da narrativa.
O enfoque na poesia de Fernando Pessoa revela uma nova dimensão nas canções e espetáculos de Bethânia. Através da semiótica, é possível apreciar uma visão renovada das canções-poemas, proporcionando uma experiência rica e poética que ressoa com a musicalidade das declamações lusitanas.




