SINOPSE
Uma reflexão profunda sobre a carreira de uma curadora e teórica da fotografia, que examina o papel da imagem na normalização da violência. A trajetória é marcada por arquivos fotográficos e livros que questionam a posição do espectador e do fotógrafo, propondo uma nova abordagem em que a fotografia e a dimensão cívica são interligadas. A obra destaca a importância do “contrato civil” na fotografia, explorando a violência histórica e suas repercussões nas comunidades marginalizadas.
Além disso, a análise se expande para as culturas africanas e americanas, enfatizando a necessidade de “desaprender” as narrativas imperialistas que ameaçam identidades. Questões sensíveis sobre a representação de grupos subalternos e a restituição de imagens são abordadas, oferecendo uma crítica contundente à circulação de imagens e suas implicações sociais e políticas.




