SINOPSE
Reflexões sobre os desafios enfrentados no ensino da Língua Portuguesa para alunos surdos revelam a complexidade dessa questão. Historicamente, a abordagem oralista predominou, limitando o aprendizado a regras gramaticais, o que resultou em dificuldades significativas na compreensão e produção escrita. A mudança de paradigma com a implementação do Decreto Federal nº 5.626, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais como primeira língua, trouxe novas perspectivas para a educação bilíngue.
É essencial que educadores de Língua Portuguesa compreendam as especificidades do ensino para surdos e adotem práticas que considerem suas realidades. A responsabilidade pelo aprendizado não deve recair apenas sobre os profissionais de Atendimento Educacional Especializado, mas envolver todos os docentes, promovendo um ambiente inclusivo e eficaz para o desenvolvimento da linguagem e comunicação desses alunos.




