SINOPSE
Registrar acontecimentos por meio de cartas é uma forma de preservar memórias, tanto pessoais quanto coletivas. A correspondência de Simón Bolívar, cuidadosamente elaborada, reflete seu desejo de criar uma imagem pública impecável, desprovida de aspectos íntimos. A análise desse epistolário revela a complexidade de sua figura histórica e os desafios enfrentados em sua busca pela liberdade.
A pesquisa de Fabiana de Souza Fredrigo propõe uma nova interpretação, revelando sentimentos de ressentimento e solidão que permeiam a escrita de Bolívar. Esses elementos retóricos ajudam a entender os limites da construção de uma nova narrativa histórica em torno de sua vida e legado.
