SINOPSE
Reflexões sobre a crescente “epidemia de depressões” destacada por organizações de saúde contemporâneas são exploradas, questionando se vivemos em uma sociedade de adoecidos ou adoecida. Conceitos como Depressão, Luto, Melancolia e Tristeza são analisados, revelando a conexão entre a depressão e o capitalismo como fatores centrais na formação da subjetividade atual.
Além disso, são apresentadas discussões sobre possíveis caminhos para aqueles que enfrentam a dor existencial, buscando alternativas para lidar com os desafios emocionais que permeiam a vida moderna.