SINOPSE
Uma análise crítica da política de cotas para pessoas com deficiência no Brasil revela a discrepância entre a teoria e a prática. A pesquisa investiga dados estatísticos e depoimentos de empregadores e empregados, focando na realidade enfrentada por aqueles que buscam oportunidades no mercado de trabalho. O estudo destaca a intersecção entre Sociologia e Direito, abordando os resultados insatisfatórios dessa política e contextualizando a definição de deficiência no cenário contemporâneo.
Além de discutir a reserva de vagas e a formação profissional, a pesquisa questiona a justificativa das empresas sobre a falta de qualificação. Diferentes posturas empresariais em relação à Lei de Cotas são exploradas, desde o desprezo até a adoção de práticas socialmente responsáveis, revelando um panorama complexo e desafiador.




