SINOPSE
Relatos de 1618 em Salvador revelam a complexa interação entre africanos escravizados e a sociedade cristã local. Depoimentos de figuras como Simão Vieira e Simeão de Góes expõem práticas religiosas que chocavam a Igreja Católica, evidenciando a resistência cultural dos negros da Guiné e as tensões sociais da época. As denúncias, muitas vezes inéditas, oferecem uma visão única sobre a vida colonial e as relações entre diferentes grupos étnicos e religiosos.
Esses documentos, que permaneciam inexplorados, são fundamentais para compreender o passado do Brasil. Através das confissões e denúncias, emerge um diálogo rico que revela não apenas os comportamentos observados, mas também as percepções de quem testemunhava e julgava, proporcionando uma verdadeira janela para a história.
