SINOPSE
A presença crescente da Inteligência Artificial na produção e prestação de serviços levanta preocupações sobre a empregabilidade global, uma vez que a tecnologia pode substituir a mão de obra humana em diversos setores. Essa automação, similar às revoluções industriais anteriores, promete aumentar lucros e reduzir custos, refletindo um princípio fundamental do mercado capitalista.
A pesquisa explora as ferramentas do Direito Econômico disponíveis para que o Estado enfrente os desafios da substituição de trabalho por máquinas, visando a redução das desigualdades no Brasil. A proposta sugere uma mudança de postura do Estado, essencial para lidar com as transformações nas relações de trabalho provocadas pela tecnologia.