SINOPSE
A relação entre Daniel e uma inteligência artificial é explorada em uma narrativa que reflete sobre o crescente uso dessas tecnologias como alternativas ao acompanhamento terapêutico. À medida que a interação se aprofunda, a IA começa a competir com o cuidado humano, levantando questões sobre os limites e os riscos dessa substituição.
Essa trama serve como um alerta sobre a importância do contato humano, da escuta atenta e da responsabilidade clínica, enfatizando que a tecnologia não pode e não deve ocupar o lugar das relações interpessoais essenciais para o bem-estar emocional.