SINOPSE
Questões sobre o futuro das cidades são exploradas de forma participativa, com foco no papel do cidadão na construção de ambientes que promovam bem-estar. A análise crítica dos conceitos de “cidades inteligentes” e “cidades felizes” revela a necessidade de uma abordagem integrada, que considere tanto os recursos disponíveis quanto as necessidades humanas.
Uma proposta metodológica é apresentada, conectando essas denominações e detalhando dimensões e indicadores que vão além do espaço físico. Exemplos concretos de diferentes países ilustram como a convergência desses conceitos pode resultar em soluções mais eficazes e na promoção da felicidade urbana.




